Socialismo vs Livre Mercado

Publicado: março 26, 2014 em Livre Mercado e progresso
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É difícil compreender como em pleno século XXI, ainda existem aqueles que se desgastam em debates a respeito do antagonismo entre Socialismo e Liberalismo. Está claro seja na história, estatística ou economia a grande diferença entre estes sistemas. O socialismo fracassou em todas as nações onde fora implantado: URSS, China, Coreia do Norte, Vietnã, Angola, Etiópia, Somália e mais recentemente a Venezuela. Já o capitalismo foi bem sucedido em todas as nações onde implantado: Canadá, EUA, Suíça, Alemanha, Dinamarca, Irlanda e Chile – que por sua vez é a nação capitalista “menos desenvolvida” e mesmo assim, muito superior a Cuba: a nação socialista “mais desenvolvida”. Lembrando: todas suas supostas crises foram causadas pela interferência do governo sobre o mercado (Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos), e mesmo assim, ele sobreviveu a todas. Já o socialismo fracassa por si mesmo, cai e não se levanta!

Chegamos a esta conclusão ao compararmos o Índice de Desenvolvimento humano, que mede a qualidade de vida com o Índice de Liberdade Econômica que mede o quanto uma economia está para o mercado. As mais capitalistas são Hong Kong, Singapura, Austrália, Nova Zelândia e Suíça. As menos capitalistas (e mais socialistas) são Coreia do Norte, Cuba, Zimbábue, Venezuela, Eritréia e Irã. No topo do IDH estão as nações com maiores taxas de liberdade econômica. Como aponta as estatísticas do relatório anual do Instituto Freaser: nos países com os mercados mais livres, há menor mortalidade infantil, menor desemprego, as pessoas ganham em média oito vezes mais, os pobres ganham dez vezes mais, as pessoas se consideram 50% mais felizes, possuem os direitos mais protegidos, o ambiente é mais limpo e vivem em média 20 anos mais e possuem os menores índices de corrupção. É fácil refletir sobre qual país desejamos viver: Coreia do Sul ou Coreia do Norte, Hong Kong ou China, Austrália ou Timor Leste?! Livre mercado ou socialismo?!

Nas nações mais capitalistas, o governo é limitado, tributa pouco (salve exceções de economias altamente desregulamentadas) e permite que as pessoas tenham mais dinheiro para empreender, consumir e realizar seus sonhos. O socialismo toma tudo para redistribuir, ficando com a maior parte. Diz que as empresas são do povo, mas elas pertencem somente a um pequeno grupo de políticos. Não se preocupam com lucro, pois não possuem competidores para demonstrar a fragilidade de seus serviços e você é obrigado a digerir tudo que eles produzem. Ensinam-te a esquecer de suas ambições e morrer pelos outros, mas são ambiciosos e não morrem por você. Economistas como Mises e Hayek já provaram que o socialismo jamais dará certo e que sempre levará a ditadura e a escassez (Problema de cálculo econômico/crítica de Hayek ao planejamento centralizado). Basta uma simples observação histórica para entendermos esta absoluta verdade! O caráter argumentativo socialista é invejoso,  mentiroso, demagogo, ditador, genocida e seus argumentos são simplesmente emocionais, sem nenhum respaldo com a comprobação empírica.

Referências:

Human Devolpment  Index –  United Nation Devolpment Programme

Index of Economic Freedom 2013 – Heritage

The Freaser Institute Foundation – Annual Report 2012

dasdadaaUma simples comparação entre nações, servido como evidência empírica bastaria para dar fim ao debate.

Obs: o texto acima foi postulado como exemplo em um debate com alunos do 3º ano sobre socialismo e capitalismo na  defesa da economia de mercado em 28/03/14.

Christiano Di Paulla

comentários
  1. Felipe Soares De Souza disse:

    eu preciso saber um fonte confiável em que eu possa ter em mãos todos os indicadores sociais e economicos possiveis, pois contra fatos não há argumentos. Por mais que eu não queira é um necessidade esfregar esses dados em quem defendeas atrocidades comunistas mesmo que negando a enxergar a verdade.
    ficarei grato.

  2. Mariana disse:

    Claro q no capitalismo vemos mtas pessoas prósperas, se n tiverem, de onde virá o consumo q sustenta esse sistema? De um lado os prósperos, de outro os marginalizados por esse mesmo sistema q vive “ajudando” certos países mas n resolvem de fato seus problemas, pois só amenizam sem levar solução real, a menos q haja como ter lucro, claro, a pobreza é a esperança q o capitalismo necessita p fazer sua propaganda e levar sua “ajuda”. Mas esses países capitalistas e as empresas deles se aproveitam da permissão da China pra explorar as pessoas de lá. De q adianta ter uma imagem de ser próspera explorando miseráveis q vivem em um lugar onde eles n tem outra opção se n serem semi escravos? Enriquecer as custas da exploração de países coma a china, q é forte, mas escraviza o próprio povo ironicamente servindo o capitalismo e explorando países fracos com recursos interessantes, como vários na África e Iraque, etc, é fácil. O problema gente, é o ser humano, dê poder a ele e pode ser o sistema q for, se ele for cruel vai explorar e fazer maldades.

    • Não vejo fundamento nestes argumentos… Em primeiro pois nenhum empreendedor negocia seus recursos de forma involuntária. Um proprietário de uma mineradora chinesa, exporta seu ferro para uma empresa australiana porque encontrou vantagem nisto. Ele não é explorado. Quando ele paga seus trabalhadores o faz em função das leis de oferta e demanda do país. Isto está acima de suas próprias forças. Se o salário tem pouco poder de compra na China ocorre função da inflação monetária provocada pelo Banco Central chinês., logo, o culpado não é o empregador, mas o Estado. Além disto, chineses trabalham em péssimas condições com salários baixos, porque viveram décadas no socialismo/comunismo, não do contrário. Em segundo, quando uma empresa multinacional se instala em um país pobre, ela obviamente pagará mais que a média nacional, propiciando emprego e renda que não existiriam sem ela.

  3. Mariana disse:

    N defendo comunismo, defendo a mudança individual por meio da conscientização.

  4. OantiSocialismo

    Em uma sociedade devidamente capitalista, eu sou livre para criar abundância de energia? Por exemplo, poderia criar livremente, sem intervenção e coerção a Torre Wardenclyffe ( transmissão de energia sem a utilização de cabos conectores) ? Isso claro, supondo que eu consiga e tenha recursos para tal. Um outro exemplo hipotético, partindo do principio de que eu consiga criar, o projeto “World Thorium Fuel Concept Car” , carro movido a Tório (Th), apenas um grama do elemento seria suficiente para abastecer durante 100 anos.

    Caso eu desenvolva, a minha dúvida é, como se dará a concorrência nesse caso?

  5. Vamos lá, esclarece a dúvida de um pobre ignorante que sou.

    Em uma sociedade devidamente capitalista, eu sou livre para criar abundância de energia? Por exemplo, poderia criar livremente, sem intervenção e coerção a Torre Wardenclyffe ? Isso supondo que eu consiga e tenha recursos para tal. E seguindo a mesma ideia, sou livre para criar automóveis movido a Tório (TH)? Seria necessário 8 gramas para abastecer o carro durante 100 anos.

    Se eu conseguisse essa proeza, o que seria certo meus concorrentes fazerem? Inovar? Ir a falência? Começar um novo negócio?

    Obrigado, e parabéns pela resistência.

    • Sim, seria livre para tais feitos – caso considere-os compensatórios. Não há nada que possa ser feito contra e com certeza, teria a aprovação do consumidores. Seus concorrentes seriam forçados a inovar ou a decretar falência.

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