Socialismo é sinônimo de escravidão

Publicado: setembro 4, 2013 em O que é o socialismo?
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Neste ano, o Brasil “contratou” milhares de médicos cubanos, o que rendera severas críticas dos profissionais e dos conselhos de medicina no Brasil. Eles alegaram que os trabalhadores importados nada mais seriam senão escravos. Tais alegações geraram debates e revoltas públicas, sejam em fóruns ou nas ruas. Neste texto demonstrarei que o socialismo é sinônimo de escravismo e que por tal via, estes médicos cubanos a mando nada mais são que meros objetos da ditadura castrista. Para tanto, faz-se necessário definir o que é escravismo. Escravidão é uma pratica socioeconômica em que um indivíduo perde a propriedade privada sobre o próprio corpo tornando-se propriedade de outro através do uso da força. Em muitas sociedades escravos eram definidos como mercadorias, trabalhando para seus senhores a troco do básico para sua sobrevivência até que fossem revendidos.

Logo a definição de escravo exprime alguém que não detém propriedade privada sobre si, sobre bens materiais ou qualquer possibilidade em tê-los. Ele não possui qualquer direito de ir e vir, não tem posse sobre as roupas que veste ou sobre os alimentos que consome. O escravo trabalha onde, como e pelo propósito definido por seu dono e sem nenhuma remuneração. O que o escravo recebe a troco de seu esforço é apenas o básico para sua subsistência, ou seja: alimentação e saúde para não perecer enquanto trabalha – pois desta forma, o “prejudicado” é seu dono. O escravo fora tomado como propriedade através do uso da força, visto que o homem em um Estado natural visa à liberdade. Uma vez escravo, ele não terá escolha senão seguir seu dono ou se rebelar, tentando fugir de tamanha dominação. Enquanto escravo ele deve somente obedecer a seu dono, até que seja dado a outro.

O comunismo é filho do escravismo. Nele, não existe propriedade privada. Para tanto é necessária uma revolução que faça veemente uso da força. Durante o processo de transição (socialismo) há um governo central, responsável pela gestão dos meios de produção. Neste cenário, imaginado por Marx, os líderes revolucionários se tornam os senhores de escravos, capazes de definir como, onde e a que propósito deve-se produzir, enquanto o antigo proletariado torna-se um objeto para esta finalidade. No socialismo/comunismo o povo recebe o que o poder central define como “básico” para sua sobrevivência. Neste sistema, eles são iguais: sem posses, sem excedentes. Quando possuem algum direito de troca como fora durante o programa: Nova Política Econômica de Lênin ou em Cuba, é apenas para adquirirem bens de subsistência, reduzindo as obrigações mínimas de seus senhores, nada mais.

No socialismo cubano, médicos são enviados ao exterior, e recebem por seu labor, o mesmo que em Cuba: o básico para sua subsistência, pois assim não perecem de fome ou cede, gerando transtornos aos seus donos e associados. Eles enviam a quase totalidade do salário dos profissionais “livres” nas nações onde atuam para a ditadura que vos governa. Trabalhadores de sociedades socialistas não são voluntários, não firmam seus próprios contratos, não possuem direitos de ir e vir e não possuem a menor liberdade para falar mal de seus senhores. Após o exercício de seu ofício, estes escravos modernos são enviados de volta a senzala, trancafiados sem meios de escapar. A única solução para o escravo do socialismo é a fuga, como ocorria na Alemanha Oriental, Coreia do Norte, China, Camboja, Vietnã ou Cuba. Portanto os médicos cubanos são nítidos escravos, tal como todo homem que vive sob as régias de qualquer forma de socialismo – cuja natureza é sempre totalitária.

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Não devemos culpar os cubanos, mas nos sensibilizar com sua triste realidade. E mais: não devemos colaborar  para a perpetuação deste mal do tráfico de trabalhadores!

Christiano Di Paulla

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